Sabe aqueles momentos e situações em que parecemos estar sobre uma linha imaginária entre o equilíbrio e o desequilíbrio? Se você se sente assim, saiba que podemos utilizar a inteligência emocional para responder a esses estados de forma racional, objetiva e com empatia. Em outras palavras, pensaremos antes de reagir.

Imagina poder desenvolver a inteligência emocional para uma vida pessoal e profissional mais promissora? Quer saber como? Continue conosco, pois vamos mostrar a técnica para você e dar dicas de como desenvolvê-la!

O que é inteligência emocional, afinal?

Pessoas com alto grau de inteligência emocional se conhecem muito bem e são capazes de sentir as necessidades emocionais dos outros. As organizações estão utilizando cada vez mais essas técnicas para terem sucesso profissional e se promoverem.

Mas o que é inteligência emocional exatamente e de que forma você pode melhorar a sua? Emotional Intelligence (EQ ou EI) é a prática de compreender, expressar e gerenciar efetivamente os próprios sentimentos. 

A inteligência emocional permite que você reconheça e entenda o que as demais pessoas estão vivenciando emocionalmente. Na maioria das vezes, o processo é não verbal, informa seu pensamento e influencia sua conexão com os outros. 

De que forma desenvolver a inteligência emocional?

Abaixo, reunimos algumas dicas para que você eleve sua inteligência emocional. Confira!

Reduza as emoções negativas

A capacidade humana de gerenciar emoções negativas é, talvez, o maior de nossos desafios. Para mudar a forma como nos sentimos sobre uma situação, primeiramente é necessário transformar a maneira de processarmos o pensamento sobre ela. Veja dois exemplos:

  • reduzindo a negatividade em relação ao outro — quando você se sentir contrariado ou incomodado com o comportamento de alguém, evite um confronto negativo imediato: pense em várias formas de ver a situação antes de reagir;
  • diminuindo o medo da rejeição — para administrar a rejeição, estabeleça diferentes formas de agir em situações importantes, de modo que você tenha alternativas fortes no futuro independentemente do que aconteça. Emocionalmente falando, evite colocar todos os “ovos” na mesma cesta, identificando um Plano B viável e até C, caso o Plano A não dê certo. 

Mantenha a calma e gerencie o estresse

Todos nós já experimentamos algum episódio de estresse na vida. Saber conduzir esse momento ou período de forma eficaz, porém, nem sempre é fácil. A pressão precisa ser controlada e o mais importante a se fazer é manter a calma. Confira nossas dicas:

  • ao se sentir ansioso ou nervoso, tome ar fresco, passe água fria no rosto e evite bebidas estimulantes que contenham cafeína: essas ações podem ajudar na redução da ansiedade;
  • se você estiver se sentindo desencorajado e com medo, pratique exercícios físicos para melhorar o humor e se energizar. 

Expresse emoções difíceis quando necessário

Há situações na vida em que é essencial definirmos nossos limites, a fim de que os outros entendam onde estamos. Isso pode incluir nosso direito de não concordar de forma a não “ferir”, dizendo “não” sem nos culparmos, definindo nossas prioridades e nos protegendo de situações de coação ou danos.

Evite usar sentenças que comecem com “você” e sejam seguidas de acusação ou julgamento, como “você é…”, “você deve…” ou “você precisa…”. Essas diretivas colocam o ouvinte na defensiva e diminuem a probabilidade de que ele se abra ao que você tem a dizer.

Permaneça proativo

Certamente já encontramos ou vamos encontrar pessoas irracionais. Podemos ficar “presos” a um indivíduo difícil no trabalho ou em casa. É fácil deixar alguém desafiador nos afetar e arruinar nosso dia. Então, como se manter proativo em tais situações? Acompanhe três dicas rápidas:

  • ao se sentir chateado ou zangado com uma pessoa, antes de fazer qualquer coisa da qual possa se arrepender, respire profundamente e use a técnica do contar lentamente até dez. Se possível, analise o problema após se acalmar;
  • outra maneira de reduzir a reatividade é tentar se colocar no lugar do indivíduo difícil, mesmo que seja por um momento. Considere a pessoa com quem você está lidando e complete a frase: “não deve ser fácil…”, por exemplo;
  • defina consequências: a capacidade de identificá-las e afirmá-las é uma das habilidades mais importantes para “afastar” alguém difícil. 

Recupere-se da adversidade

Todos nós sabemos que a vida nem sempre é fácil. Muitas vezes, a forma como nos sentimos, escolhemos, pensamos e reagimos aos desafios que surgem pode fazer a diferença. Em todas as situações desafiadoras que encontrar, faça perguntas como:

  • Qual é a lição que está aqui?
  • Como posso aprender com essa experiência?
  • O que é mais importante agora?
  • Se pensar fora da caixa, quais são as melhores respostas?

Quanto maior a qualidade dos questionamentos que fazemos, melhores serão as respostas que receberemos. Faça perguntas construtivas, com base no aprendizado e nas prioridades, para obter uma perspectiva adequada e que o ajude a lidar com a situação em questão. 

Expresse emoções íntimas em relacionamentos próximos e pessoais

A capacidade de se expressar e validar efetivamente suas emoções afetuosas ou amorosas é essencial para manter relacionamentos pessoais íntimos. Nesse caso, trata-se de compartilhar sentimentos de forma íntima, de uma maneira evolutiva e construtiva, sendo possível retornar com uma resposta positiva e afirmativa quando o outro faz o mesmo.

psicólogo Dr. John Gottman chama a expressão das emoções íntimas de “licitação”. O termo se refere a qualquer método de conexão positiva entre duas pessoas que desejam um relacionamento próximo. 

A pesquisa do Dr. Gottman revela que, em relacionamentos íntimos e saudáveis, os envolvidos ​​oferecem sinais um ao outro. As palavras e os gestos podem ter um milhão de variações, sendo que todos dizem, em essência: “eu me preocupo com você”, “eu quero estar conectado com você” e “você é importante em minha vida”. 

Portanto, a inteligência emocional é o que usamos quando temos empatia com nossos colegas de trabalho e nosso companheiro ou ao tentarmos administrar uma criança indisciplinada. Esse sentimento permite que nos conectemos com os outros, os entendamos melhor e vivamos uma vida mais autêntica, saudável e feliz.

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